Dia da Mulher devia ser todos os dias

 

No domingo, dia 8 de março de 2026, assinalou-se o Dia Internacional das Mulheres. Na sede das Nações Unidas a atriz norte-americana e embaixadora da boa vontade Anne Hathaway discursou, em Nova Iorque. Anne destacou o momento em que a promessa de igualdade ainda é longínqua para tantas e a insegurança para mulheres raparigas bem como a violência de genéro ainda se fazem sentir.

Anne cita Giselle Pelicot (vítima de uma violação em massa), Vírginia Guiffre (uma das denunciantes dos casos de tráfico sexual de Jeffrey Epstein) e Malala Yousafzai (que falou recentemente de um apartheid de género no Afeganistão em que as raparigas estão proibidas de terem uma educação e participarem na vida pública). Deixo-vos o link para verem o discurso completo que apesar de tudo está repleto de esperança e celebração do espírito corajoso feminino: https://www.youtube.com/watch?v=uidGNIp-nn4

No mesmo dia, às 16h30 realizou-se na Biblioteca Municipal António Lobo Antunes, em Nelas, uma sessão intitulada “Entre chá e história: celebrar a mulher”, com a Doutorada em Psicologia Maria João Amante.

Aqui ficam algumas ideias e trabalhos feitos durante numa tarde de muita conversa e inspiração. A mulher deve ter:

 

Liberdade de expressão
Direito a ordenados dignos
Direito à amamentação do filho
Direito a sair à noite
Poder decidir os estudos que quer
Poder sair sem autorização masculina
Não permitir a repressão
Poder vestir o que quer
A lei deve ser igual para todos! Desta forma ambos os sexos podem promover o seu cumprimento.
Mulher é amor, força, resiliência
Somos capazes de tudo!

 

Desafio BP Segurança ao segundo de volta à promoção da segurança rodoviária

 

 

Já arrancou mais uma edição do Desafio bp Segurança ao Segundo! Até 27 de março, os participantes deverão desenvolver a sua ideia e submeter um vídeo sobre prevenção e segurança rodoviária à votação do público e à aprovação do Júri bpSS.

Uma iniciativa da bp Portugal e da Forum Estudante, este desafio criativo propõe aos jovens do 9.º ao 12.º ano a criação de um vídeo de sensibilização para a importância da prevenção e da segurança rodoviária. Tendo em conta os cinco principais fatores de risco (velocidade excessiva, condução sob a influência de álcool ou estupefacientes, não utilização do cinto de segurança, manuseamento do telemóvel durante a condução e condução em estado de cansaço ou fadiga), o propósito é impulsionar a comunicação e a sensibilização “de jovens para jovens” neste tema tão sensível.

Os prémios incluem bilhetes para festivais de verão à escolha ou cartões presente, para os participantes, e cartões de combustível bp, para os professores coordenadores das cinco equipas finalistas.

Os vencedores serão revelados na Final Nacional do Desafio bpSS, que terá lugar dia 8 de maio em Lisboa.

Poderão encontrar mais informações em bpsegurancaaosegundo.pt.

 

 

Apresentação do livro “Fotografa a minha alma através da minha escrita” de Beatriz Marques Moura

 

A apresentação da obra supracitada, da autoria de Beatriz Marques Moura, de apenas 18 anos, decorreu no dia 14 de fevereiro de 2026, na Biblioteca Municipal de Nelas António Lobo Antunes, às 16h00.

O Presidente da Câmara Municipal de Nelas, Joaquim Amaral, começou: “Estamos num momento particular de arte, literatura e cultura. É uma autora local, jovem, a emoção sobe de tom para além do patamar dos afetos para o de excelência. É nos jovens onde vamos encontrar a relevância e é para mim um regozijo encontrar esta sala apinhada de gente”.

A professora de Português Clotilde Santos, que assina o prólogo do livro, diz-se muito grata à autora e destaca “a beleza exterior e interior da Beatriz com uma mente inteligente e um coração emocional, que cuida com amor incondicional”.

É referido que Beatriz tem uma estreita relação com os familiares e se lembra de todos os professores e amigos, tendo alcançado vários feitos como fazer parte do Conselho geral escolar por mérito e do clube do teatro, mostrando o seu saber fazer e sentido de dever.

Para a autora “escrever um livro é sempre um desafio”, pois levanta várias inseguranças como se outros escrevem melhor que nós ou se somos descompensados. Assim, escrever é expor e recuar sob o fio da navalha”.

A professora Clotilde Santos acrescenta que este livro é uma prova de “suavidade, erudição e arte e sobretudo que podemos aprender uns com os outros para que a vida de todos seja melhor”.

Beatriz revela que escreveu o livro num momento de dificuldades a nível pessoal, de altos e baixos, mas que se descobriu maleável, capaz de sentir muito, mas também de procurar muito.

A seguir subiu ao palco a professora Aurora Morais, que Beatriz teve dos 6 aos 10 anos e que a descreve como uma aluna muito aplicada, organizada, com uma aversão à caneta vermelha.

De uma coisa Beatriz está certa: quer o futuro se traduza em mais livros ou expressar-se noutros formatos; seja no teatro, seja no papel, tem de fazê-lo com alma.

 

Recensão crítica de “Fotografa a minha alma através da minha escrita” de Beatriz Marques Moura

 

A ideia do nosso interior como algo passível de ser traduzido por imagens, por uma visão de qualquer tipo, é um conceito possivelmente milenar e um título maravilhoso para uma primeira obra literária. Para quem passou anos a expor-se como atriz num clube de teatro escolar, revelar-se agora como poetisa é adicionar mais uma camada de identidade enriquecedora.

Neste livro, o sujeito poético está no olho da tempestade, que pode ser uma alusão à transição da adolescência para uma idade de maior maturidade. A autora faz várias referências literárias que orientam a leitura dos poemas desde Clarice Lispector, Chico Buarque e Fernando Pessoa, que parecem servir como leme para os poemas em si também.

Dividido em três secções: “Saudade”, “Opressão”, “Autossabotagem”, fala-se, entre outros temas, de nostalgia de infância, de dor que aprisiona e também dos momentos em que não gostamos de quem somos. Mas acaba por ser o desconhecido e o mistério que se evidenciam como força de propulsão.

“Fotografa a minha alma através da minha escrita” é um livro que merece ser lido mais do que uma vez, pois os seus significados não se esgotam, os poemas são poderosos e vibrantes e consistem numa dádiva a todos os leitores.

Paula Cristina Gouveia

 

Atleta Algarvio Usumane Djumo conquista 4 títulos de Campeão e um novo Recorde Nacional para a Guiné-Bissau nos 60 metros barreiras

 

Excelente início de época para o atleta de luso-guineense de Armação de Pêra Usumane Djumo, no Campeonato Absoluto do Norte de Portugal de Pista Coberta da época 2025-2026, competição que também tinha em disputa os títulos regionais de Viana do Castelo. Realizou-se nos dias 17 e 18 de janeiro no Forum Braga e o atleta algarvio Usumane Djumo voltou a mostrar excelentes resultados. 

Nesta competição, o atleta Usumane Djumo luso-guineense começou o novo ano com mais conquistas e obteve um novo Recorde Nacional para a Guiné-Bissau nos 60 metros barreiras com a marca de oito segundos e dez centésimos (8.10s) consagrando-se também neste Campeonato em Portugal como:

– Campeão da Zona Norte de Portugal em Pista Coberta nos 60 metros barreiras.

– Campeão Regional de Viana Do Castelo em Pista Coberta nos 60 metros barreiras.

– Campeão da Zona Norte por Equipas em Pista Coberta (CAOV – Clube De Atletismo Olímpico Vianense).

– Campeão Regional de Viana do Castelo por Equipas em Pista Coberta (CAOV – Clube De Atletismo Olímpico Vianense).

O atleta Usumane Djumo no final da prova disse que: “Estou muito feliz com estes resultados que permitiram-me pelo segundo ano consecutivo sagrar-me Campeão Regional e Campeão do Norte Individual e por Equipas, este meu desempenho representa um importante indicador do trabalho que tenho desenvolvido com o meu treinador, o professor José Barros, com o clube Olímpico Vianense, com a Federação de Atletismo da Guiné Bissau e com o Comité Olímpico da Guiné-Bissau, estes resultados surgem como uma preparação positiva para os próximos Campeonatos Nacionais e Mundiais de Pista Coberta onde quero estar de novo a representar a Guiné-Bissau e a obter mais marcas e Recordes para o país onde nasci” finalizou o atleta.

Os resultados completos podem ser consultados em FPA Competições

A nova lua de Úrano e o olhar incansável da ciência

 

Uma lua é um corpo celeste que orbita um planeta. Pode ser grande, como a nossa Lua, ou minúscula, como uma pedra cósmica a acompanhar um gigante. Já Úrano é um planeta gasoso e gelado, o sétimo a contar do Sol, distante, envolto em tons azulados causados pelo metano na sua atmosfera. É o terceiro maior planeta do Sistema Solar e, até há pouco tempo, sabia-se que tinha 28 luas conhecidas.

O telescópio espacial James Webb Space Telescope, o mais poderoso já colocado em órbita, alterou esse número. Em fevereiro, durante uma série de observações, detetou uma nova e discreta lua a orbitar Úrano. A descoberta foi anunciada pela NASA: o pequeno satélite tem cerca de 10 quilómetros de diâmetro e havia passado despercebido à sonda Voyager 2, que visitou o planeta há cerca de quarenta anos. A luz fraca e o tamanho reduzido explicam o seu longo disfarce entre as sombras do espaço.

Com esta, Úrano soma agora 29 luas. As outras têm nomes inspirados em personagens de William Shakespeare e Alexander Pope, mas esta ainda aguarda batismo. Metade delas são pequenas e mantêm-se próximas do planeta, como se dançassem em torno de um centro invisível.

A sonda Voyager 2, da NASA, foi lançada em 20 de agosto de 1977 com o objetivo de explorar os gigantes do Sistema Solar. A bordo está também o famoso disco dourado, o Voyager Golden Record — uma placa de cobre banhada a ouro que contém cerca de 115 imagens, sons da Terra (como ondas, trovão, cantos de pássaros), saudações em 55 línguas e uma seleção de músicas de várias culturas. O objetivo é comunicar a nossa existência e o planeta Terra a qualquer forma de vida inteligente que porventura a encontrasse.

Cada nova descoberta como esta recorda-nos a persistência da ciência. Mesmo no silêncio gelado de Úrano, há sempre algo por revelar. O James Webb, com o seu olhar paciente e preciso, amplia o nosso entendimento do cosmos e lembra-nos que o desconhecido continua a expandir-se, convidando-nos a procurar, a questionar e a admirar.

 

 

 

Luís Monteiro

Médico e comunicador de ciência

 

 

Núcleo Regional da Madeira da Liga Portuguesa Contra o Cancro lança 12.ª edição da bolsa de investigação “Rubina Barros” 2025

Núcleo Regional da Madeira da Liga Portuguesa Contra o Cancro (NRM – LPCC) informa que lançou a 12.ª Edição Bolsa “Rubina Barros”.

Os trabalhos a concurso deverão ser entregues em mão ou dirigidos até dia 18 de setembro de 2025 (data do carimbo dos CTT) para a Sede do Núcleo Regional da Madeira da Liga Portuguesa Contra o Cancro: Rua Elias Garcia, Ed. Elias Garcia I – Bl. II – 1.º A – 9050-023 Funchal.

A Bolsa “Rubina Barros” não decorre no âmbito da legislação em vigor aplicada ao Estatuto do Bolseiro Investigador.

JÚRI DA BOLSA DE INVESTIGAÇÃO

12.ª Edição – 2025

1.         Dr.ª Carolina Barros, familiar da Rubina Barros;

2.         Dr.ª Marla Vieira, Psicóloga e Coordenadora da Psico-Oncologia e da Formação do NRM – LPCC;

3.         Dr.ª Isabel Silva Icotrim, Enfermeira ligada à área de investigação, na UMa;

4.         Dr. Hugo Gaspar, Médico e Diretor Clínico do NRM – LPCC;

5.         Dr. António Trindade, Mecenas da Bolsa Rubina Barros.

Bolsa Rubina Barros – história

A família de Rubina Barros, honrando a memória da lutadora incansável e a sua vontade expressa, cumpriu com o prometido e entregou a este Núcleo Regional da Madeira da Liga Portuguesa Contra o Cancro (NRM – LPCC), uma soma considerável, resultante da solidariedade de muitos madeirenses que, em 2013, na sequência de um apelo lançado pelo Diário de Notícias, tudo fizeram para salvar a estudante de Medicina que sofria de um linfoma, e que infelizmente, faleceu a 26 de setembro de 2013.

Núcleo Regional da Madeira da Liga Portuguesa Contra o Cancro consciente da importância da investigação científica no âmbito do cancro e da necessidade que os jovens investigadores têm em termos de apoio financeiro e em parceria com “Diário de Notícias”, cria uma Bolsa para possibilitar o trabalho de investigação por parte de um jovem investigador com um projeto de investigação corretamente definido.

A Bolsa “Rubina Barros” abrange investigadores de nacionalidade portuguesa, licenciados ou com o grau de mestre ou doutor, que apresentem um projeto de investigação em oncologia ou noutra área a especificar, a desenvolver no âmbito de uma equipa de investigação reconhecida pelo NRM – LPCC.

Pode encontrar mais informações sobre esta 12ª edição da Bolsa de Investigação em Oncologia Rubina Barros- trabalho de investigação para ser desenvolvido em 2026 em:  https://www.facebook.com/BOLSA-Rubina-Barros-609411459157512/?ref=hl

 

 

Juntos somos mais fortes!

Juntos vamos vencer!

 

Sociedade Histórica promove, em Zamora, Congresso Internacional sobre Portugal no século XII e a génese do Portugal global

É já hoje que a Sociedade Histórica da Independência de Portugal dá início ao
Congresso Luso-Espanhol “Portugal século XII: como éramos há 900 anos; génese do
Portugal global”, que terá lugar nos dias 6 e 7 de junho, na Sala de Reuniões da
Fundação Rei Afonso Henriques, em Zamora (Espanha). O congresso é coorganizado
com esta Fundação, com o apoio e participação de várias entidades públicas e privadas
de Portugal e Espanha, sob o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da
República.
Este encontro científico reunirá prestigiados especialistas em história medieval de
instituições portuguesas e espanholas, com o objetivo de promover a reflexão e o debate
sobre temas cruciais das origens de Portugal, das dinâmicas fronteiriças
peninsulares e das lideranças políticas e religiosas desse período.
Ao longo de dois dias, serão abordadas temáticas como:
• A formação da fronteira luso-leonesa e o papel das localidades;
• As interações entre cristãos e muçulmanos;
• O papel das elites, da nobreza e da Igreja;
• A representação de D. Afonso Henriques nas fontes históricas e literárias;
• A diversidade cultural e religiosa nas origens do território português;
• O papel dos moçárabes e dos judeus na formação de Portugal;
• A importância do mar na afirmação de Portugal como reino independente.

O congresso inicia-se com a conferência de abertura do historiador Iñaki Martín Viso
(Universidade de Salamanca), e contará com a presença de figuras de destaque
como João Paulo Oliveira e Costa, Hermenegildo Fernandes, Amélia Aguiar Andrade,
, José Eduardo Franco, Maria João Branco, Inês Lourinho, Mário Gouveia, Jorge Martins,
Isabel Ponce de Leão, Orlando Gama, Luísa Paolinelli e Filipe Alves Moreira, entre muitos
outros académicos e investigadores reconhecidos de instituições académicas
portuguesas e espanholas.
A sessão de abertura oficial contará com a intervenção de representantes da Sociedade
Histórica da Independência de Portugal e da Fundação Rei Afonso Henriques, bem como
de autoridades espanholas e portuguesas, entre elas o Ministro Conselheiro da
Embaixada de Portugal em Espanha, Paulo Guedes Domingues. A presença do
Embaixador, José Augusto Duarte, está anunciada para os eventos de domingo, dia 8.
O programa inclui ainda, no dia 7, uma conferência de encerramento pelo historiador
João Paulo Oliveira e Costa e culmina com o concerto de encerramento pela Banda
de Santana.
Este congresso constitui uma oportunidade única para académicos, estudantes e
entusiastas da história medieval aprofundarem os seus conhecimentos e
estabelecerem pontes de diálogo e investigação entre Portugal e Espanha, num local
historicamente simbólico como Zamora.
A entrada é livre, mediante inscrição prévia.

Pirilampo Mágico arranca este mês para apoiar pessoas com deficiência intelectual

Sob o lema “A luz que abraça a diferença”, regresso no dia 9 de maio mais uma edição da Campanha Pirilampo Mágico, em prol dos direitos das pessoas com deficiência intelectual e/ou multideficiência.

Segundo comunicado de imprensa, até 1 de junho, centenas de profissionais, voluntários e pessoas apoiadas pelas 84 organizações aderentes participarão, de norte a sul do país, em atividades de sensibilização e de apelo à solidariedade dos portugueses para com a causa da inclusão.

Durante a campanha nacional, espera-se vender mais de meio milhão de exemplares do icónico boneco, que este ano terá o valor de €2,50. Como habitualmente, as receitas revertem a favor das cooperativas de solidariedade social (CERCI) e de outras organizações que, por todo o país, prestam serviços de apoio a milhares de crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual e/ou multideficiência e suas famílias.

Uma das particularidades do Pirilampo Mágico é “esconder” a sua cor, em cada ano, até ao momento da revelação, que acontece na cerimónia de abertura da campanha. O suspense entusiasma os fãs, que enchem as redes sociais com os habituais palpites.

A decorrer desde 1987, a Campanha Pirilampo Mágico (CPM) é uma organização conjunta da FENACERCI – Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social, da Antena 1 e da RTP. Uma parceria que une estas instituições desde o primeiro momento, com o Pirilampo Mágico a marcar presença nos programas da Antena 1 e RTP como forma de sensibilização para uma das causas mais nobres de solidariedade do nosso país.

Igualmente fundamental para o sucesso da CPM é o envolvimento dos seus parceiros estratégicos. Uma vez mais, o Banco Montepio, o Pingo Doce e os CTT juntam-se a esta causa e apoiam a FENACERCI no seu objetivo de levar a luz transformadora do Pirilampo Mágico a todo o país, incluindo as regiões autónomas.

Através da rede nacional de balcões do Banco Montepio, das lojas CTT e presente em todas as caixas Pingo Doce, o Pirilampo Mágico consegue chegar ainda mais longe.

Além destes locais, o Pirilampo Mágico pode ser encontrado nas escolas, em bancas de rua, estabelecimentos autorizados e em ações de animação dinamizadas pelas organizações aderentes, em cada comunidade.

 

Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil procura voluntários para dia 26 de abril

 

A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) procura voluntários na região do Algarve para no próximo sábado, dia 26 de abril, colaborarem numa atividade relacionada com o projeto escolar Heróis da Fruta, de incentivo à alimentação saudável.

Podem inscrever-se através do seguinte link: https://bit.ly/voluntariado-heroisdafruta2025
Segundo comunicado de imprensa, os voluntários vão ajudar uma equipa da APCOI a montar kits individuais com brindes que serão oferecidos gratuitamente às crianças das 25 escolas participantes do projeto Heróis da Fruta e que irá decorrer no próximo dia 26 de Abril em Armação de Pêra.

A atividade irá decorrer na Junta de Freguesia de Armação de Pêra (junto ao Mercado de Armação de Pêra).

“Contamos consigo?” É o apelo de Mário Siva, responsável e coordenador pelo programa nacional de educação para a saúde “Heróis da Fruta”, que sublinha ainda, que as contribuições da comunidade são essenciais para dar continuidade ao trabalho diário da APCOI. “Sejam heróis, vistam o colete e venham ajudar”, apela o dirigente.

Tem disponibilidade no sábado dia 26 de abril 2025? Consegue comprometer-se nesse dia alguma(s) hora(s) entre das 8h00 e as 16h00 Acredita na importância de promover alimentação saudável junto das crianças e quer contribuir? Pode deslocar-se até Armação de Pêra?

Se a resposta foi SIM a todas estas perguntas, a APCOI conta com a sua ajuda!
Saiba mais: https://bit.ly/escolasHF2025


“E depois, como funciona?” Mário Silva, esclarece que “basta aparecer no dia 26 de abril na  Junta de Freguesia de Armação de Pêra (junto ao Mercado de Armação de Pêra) na Rua Bartolomeu Dias, nº 54, 8365 – 112, Armação de Pêra, no período horário que tiver escolhido no formulário de inscrição. Os voluntários devem indicar a sua disponibilidade. “Não é preciso ser o dia todo, só mesmo um bocado do seu tempo”, indica o responsável.

Localização Google Maps: https://maps.app.goo.gl/c7jJXKhvV5m6gEh16

Publicações na revista O Papagaio de Maria Cecília Correia

 

Maria Cecília Correia (1919-1993), natural de Viseu, foi uma escritora com enorme ternura no coração, que acreditava profundamente na educação e sensibilização infantil. No seu espólio, foram encontrados três volumes d’O Papagaio, revista miúda para miúdos.

Numa carta a Armando Côrtes Rodrigues, a jovem escritora explicava: «Escrevi dois [contos] sobre um coelhinho verde, nos primeiros dias em que soube que esperava um filho. Fi-lo para conversar com ele e contar-lhe coisas de flores, do vento, de pássaros. Mandei-os para um jornal infantil e aceitaram-nos».

São publicados na revista acima referida, sob o pseudónimo Maria António Gama, “As Aventuras do Coelhinho Verde”, e”Terezinha e Toino”. Nesta última conhecemos uma menina refugiada da guerra e um menino mal comportado que se redime no final.